
Filme conta com Emile Hirsch como protagonista contra alienígenas que invadem Moscou
A Terra, mais uma vez, sofre ataque alienígena. Mas, desta vez, os seres dos outros planetas, que vieram se alimentar de minério, não escolheram a Casa Branca ou a Estátua da Liberdade para detonar. Em A hora da escuridão, o ataque começa por Moscou.
Apesar da ausência de melhores efeitos 3D, Gorak merece os parabéns pela direção da megaprodução, que faz enormes construções russas serem destruídas. Talvez também por ter escolhido um bom elenco para costurar a trama do filme. Os poucos heróis sobreviventes ao ataque são interpretados por Emile Hirsch (protagonista de Na natureza selvagem), Olivia Thirlby (Leah, de Juno) e Max Minghella (com participações em Tudo pelo poder e A rede social).
Eles estão no grupo de cinco jovens estrangeiros que vivenciam o horror e sobrevivem ao primeiro ataque. Depois de dias vivendo em um porão de boate, decidem sair para entender o que está ocorrendo.
Descobrem que a cidade – e provavelmente toda a Terra – foi destruída e não encontram sinais de possíveis sobreviventes. Com muita ação e suspense, aos poucos vão percebendo como detectar a presença dos aliens. Eles são invisíveis aos olhos, porém, perceptíveis quando passam por qualquer forma de energia.
Os sobreviventes encontram formas de se proteger, mas não de estar a salvo em definitivo, o que provê todo o desenrolar da história, que, no fim, é o que menos importa no longa que tentou, sem sucesso, mostrar fraquezas e vitórias nas relações humanas.
Vale destacar a o fato de, dessa vez, não haver presidente ou Exército americano no comando. Além dos corajosos jovens americanos que estavam por acaso no local, patriotas civis russos é que serão os salvadores.